terça-feira, 21 de outubro de 2014

4 exemplos clássicos de quem sofre com a LER

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A LER (Lesão por esforço repetitivo) é cada vez mais comum no Brasil.. Tao comum que é difícil você não ter sofrido desse mal ou conhecer alguém que já não tenha sofrido. Ela acontecem por uma série de fatores que dependem da organização do trabalho, além das condições emocionais e físicas das pessoas.

As LER provocam dores, uma vez que essas lesões são acompanhadas por inflamações nos tendões, músculos e nervos do pescoço, das costas, dos ombros, dos braços, dos punhos e das mãos de pessoas que, na maioria das vezes, trabalham com movimentos repetidos, errados e mantêm posturas incorretas.

Elas atacam qualquer pessoa que faz movimentos repetitivos por períodos prolongados, não importa o tipo de esforço ao qual a pessoa é submetida. Vamos a três exemplos do dia a dia que podem fazer a pessoa sofrer com essa doença:

1) Usuários de computador

Talvez os usuários de computador é o exemplo mais clássico de acometimento por LER. Eles são muito atingidos pela LER de punho porque digitam horas a fio mesmo que a digitação não envolva força.

2) Trabalhador com movimento mecânico

São as pessoas que passam o dia inteiro fazendo a mesma coisa, num mesmo gesto motor. Por exemplo, quem trabalha numa linha de produção que eleva uma prensa ou qualquer outro objeto pesado para acima de sua cabeça e depois desce com ele até a altura do abdômen. Esta pessoa pode desenvolver a LER de ombro.

3) Donas de casa

Varrer, lavar louça, ficar numa posição durante muito tempo podem causar LER. Por exemplo, a dona de casa que varrer por muito tempo a calçada com a coluna inclinada para frente pode ser acometida de LER na região da coluna.

4) Praticantes de atividade física

A LER é causada por qualquer atividade que solicite movimentos repetitivos. Atletas, por exemplo, como jogadores de tênis, mesmo amadores, mas que costumam treinar diariamente podem também desenvolvê-la.

Esses foram alguns exemplos de pessoas que podem ter esse tipo de patologia e exemplifica porque ela é cada vez comum no nosso dia a dia.  Previna-se!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Rotina saudável no escritório diminui riscos de lesões na coluna

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Advogados, secretárias, operadores de telemarketing e outras várias ocupações que exigem do profissional a necessidade de permanecerem sentados por horas em frente aos computadores podem ser as causadoras de diversos desconfortos e de lesões na coluna vertebral.
 
Este fator, associado ao sedentarismo, elevam a quantidade de pacientes, cada vez mais novos, que procuram por atendimentos médicos e afastamentos temporários, com diagnósticos precoces de hérnias lombares e cervicais.
 
A Norma Regulamentadora de Ergonomia (NR 17) estabelece parâmetros que asseguram a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas, de modo que proporcionem conforto, segurança e desempenho eficiente. 
 
Aa rotina nos escritórios esconde perigos. Apenas o ato de estar sentado gera sobrecarga maior na coluna do que se estivesse em pé. Esta situação leva ao aparecimento de lombalgias e de hérnias de disco. Um erro muito comum é a desorganização do ambiente, que faz com que as pessoas executem movimentos inadequados, provocando a flexão ou a torção, por exemplos, ao atender telefones ou buscar arquivos em armários e gavetas. Nestes casos, o indivíduo pode sofrer com cervicalgias, dorsalgias e lesões discais.

É possível mudar hábitos em benefício da saúde. Entre as principais dicas, recomendo caminhar por cinco a 10 minutos a cada uma hora sentado para facilitar a circulação do sangue nas pernas. Para manter a postura correta na cadeira, um apoio para os pés pode garantir maior conforto, os cotovelos devem estar na altura do teclado e a parte superior do monitor na altura dos olhos
 
A falta de exercícios físicos diários também contribui para o surgimento das lesões. Utilizar as escadas no lugar do elevador, em pelo menos dois andares, fortalece membros inferiores e a musculatura antigravitacional da coluna. É necessário respeitar os limites do corpo. A ginástica laboral (aquecimento e alongamento) é importante e deve ser praticada, mas não substitui as atividades de condicionamento que precisam ser realizadas três vezes na semana.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Video: Exercícios de Relaxamento na Ginastica Laboral

A ginástica laboral é um método de práticas de exercícios físicos realizados no ambiente de trabalho que serve para promover a saúde dos funcionários e evitar lesões de esforços repetitivos e doenças ocupacionais. Os exercícios de ginástica laboral trazem grandes benefícios como na produção e no desempenho no ambiente de trabalho. Aprenda aqui mesmo os exercícios de ginástica para você praticar na sua empresa. Os benefícios da ginástica laboral são inúmeros, tanto para os empregados quanto para os empregadores. No âmbito fisiológico, ela promove mais disposição e bem estar, previne doenças funcionais como as LER (Lesões por Esforços Repetitivos) e os DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), melhora a postura corporal, a flexibilidade, a resistência e a coordenação e diminui inflamações, traumas, tensões musculares e os esforços nas execuções de tarefas cotidianas. O fator psicológico dos funcionários também agradece, já que ela promove a mudança da rotina no serviço, desenvolve a consciência corporal, combate as tensões emocionais, melhora a concentração no trabalho e aumenta a auto-estima de cada um. Além do mais, mostra a preocupação da empresa com os seus empregados, o que a torna mais humana.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O bambolê usado na Ginástica Laboral

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Com um avanço tão significativo, a prevenção torna-se cada dia mais essencial, e uma opção bastante eficaz é a Ginástica Laboral. A ginástica laboral reduz a incidência de doenças ocupacionais e lesões por esforços repetitivos e, como consequência, diminui o número de afastamentos dos empregados nas empresas. Para que os trabalhadores estejam sempre motivados para fazer as atividades, os fisioterapeutas devem passar por treinamentos constantes com o objetivo de incrementar as aulas. E uma das novidades pode ser o uso do Bambole.

Quando se pensa em bambolê, a associação imediata é com a brincadeira de criança. No entanto, desde meados da década de 1990, um número cada vez maior de adultos vem adotando a prática como forma de se manter saudável e fortalecer a musculatura do centro de forma lúdica e sem desconforto.

Além de servir como exercício cardiovascular, trabalhando os músculos abdominais e fortalecendo o centro, a prática de bambolê também permite atingir um novo nível de interação entre mente e corpo, estimulando a criatividade, a interiorização dos movimentos e a consciência corporal. O exercício de fluxo e permanência que acompanha a prática de bambolê pode facilmente ser aplicado a outras áreas, como meditação, ioga, esportes e dança.

O planejamento das atividades também é fundamental. É preciso considerar o perfil de cada um ou do setor da empresa, as principais queixas de dor, espaço físico onde serão realizadas as aulas e a sua duração. Mas o importante é promover a interatividade entre o grupo e utilizar materiais diversificados para não cair na rotina. Outros materiais também podem ser usados como bolinhas, bastões, colchonetes, bambolês e técnicas de relaxamento

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O grande mistério da Ginástica Laboral

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    A ginástica laboral ou ginástica de pausa, como era chamada tem registros de prática ao final do século XIX e início do século XX. A primeira obra encontrada sobre ginástica laboral foi o livro intitulado "Ginástica de Pausa", editado na Polônia em 1925 (Lima, 2005).

    Lima define a ginástica laboral da seguinte forma:

    A ginástica laboral, [...], pode ser conceituada como um conjunto de práticas físicas, elaboradas a partir da atividade profissional exercida durante o expediente, que visa compensar as estruturas mais utilizadas no trabalho e ativar as que não são requeridas, relaxando-as tonificando-as." (LIMA, 2005, p.7).

    Atualmente é intensa em todo mundo a prática da ginástica laboral, seja nas fábricas, empresas ou repartições públicas, e o seu discurso se legitima através do mito da qualidade de vida relacionada à atividade física e saúde, e também ao comprovado aumento da produtividade do trabalhador, consequentemente o aumento do lucro das empresas.

    Dessa forma o capitalismo se apropria do uso dos corpos dos trabalhadores, impondo então uma nova subjetividade ao uso do corpo. Como afirma Le Breton:

    "Toda a ordem política vai de encontro à ordem corporal. A analise leva à critica do sistema político identificado com o capitalismo que impõe a dominação moral e material sobre os usos sociais do corpo e favorece a alienação." (2006, p.79)

    As posturas os gestos são de certa forma reguladas, a subjetividade de movimento do sujeito não é aceita, mas sim movimentos standartizados, que são saudáveis para todos os trabalhadores, com a finalidade e maximizar a produção com o discurso de saúde, como mesmo afirma Lima:

    "A ginástica laboral é um meio de valorizar e incentivar a prática de atividades físicas como instrumento de promoção da saúde e do desempenho profissional. Assim, a partir da diminuição do sedentarismo, do controle do estresse e da melhoria da qualidade de vida, o aumento da performance profissional, pessoal e social ocorrerá naturalmente. [...] O objetivo da ginástica laboral é promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas, por meio de exercícios dirigidos e adequados ao ambiente de trabalho. [...] podemos dizer que a ginástica laboral melhora a flexibilidade e a mobilidade articular; previne a fadiga muscular; elimina os vícios posturais; promove a socialização; aumenta a disposição e o ânimo para o trabalho; promove o auto conhecimento do corpo e a coordenação motora; diminui o absenteísmo e a busca ambulatorial; melhora a produtividade individual e do grupo (devido aos resultados dos itens anteriores)" (2005, p. 13)

    Os objetivos da ginástica laboral parecem ser claros e determinados, bem como o motivo da sua inserção massificada nas empresas e nas fábricas, o propósito é claro de conformação corporal para o melhor rendimento das máquinas, quero dizer dos trabalhadores.

    Não queremos aqui desqualificar as pesquisas científicas realizadas a respeito dos benefícios fisiológicos dos alongamentos, dos relaxamentos, enfim da ginástica laboral, porém a analise deve ser feita de modo a buscar as reais motivações da prática desta no cotidiano das empresas e das fábricas, e mais o que estas têm feito para flexibilizar a carga horária de trabalho, ser mais honestas nos salários, enfim promover a qualidade de vida do trabalhador.

Fonte

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Ginástica laboral no trabalho

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A ginástica laboral consiste em uma modalidade de exercícios adminstrada por um fisioterapeuta ou um educador físico realizada no próprio ambiente de trabalho, de forma preventiva e terapêutica. Tais exercícios são de curta duração e tem sido preconizados desde que se constatou que as atividades laborais poderiam prevenir doenças ocupacionais. Destacam-se ainda, que esse tipo de ginástica é dividido em três tipos: ginástica laboral preparatória, realizada antes da jornada de trabalho, ginástica compensatória, realizada durante a jornada e de relaxamento, efetuada ao final do expediente.

Estas atividades têm como intuito manter os movimentos articulares, atuando, de forma preventiva no combate de lesões e na redução dos efeitos lesivos dos movimentos repetitivos oriundos da sobrecarga gerada das atividades laborais. Além dos efeitos no sistema musculoesquelético, os indivíduos submetidos a um programa de ginástica laboral, podem apresentar benefícios tanto no alívio de tensões e do estresse, bem como na melhora da auto-estima e no quadro geral do funcionário.

Sabe-se que atividades laborais acarretam incapacidades que repercutem em aumento do número de afastamentos e em gastos onerosos para empresas e a ginástica laboral tem o intuito de evitar essa situação através da capacidade de prevenção e minimização de desconfortos em funcionários.

Referências

COSTA, D.F. et al. A influência dos três tipos de ginástica laboral na melhora da qualidade de vida, Revista Amazônia, v.1, n.2, p.29-36, 2013.

Por Joyce Rouvier

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Muito tempo no computador pode comprometer saúde óssea

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Segundo um estudo apresentado na última sexta-feira no Congresso Mundial de Osteoporose, Osteoartrite e Doenças Musculoesqueléticas, na Espanha, o período que os jovens passam em frente à tela pode estar ligado a altos índices de massa corpórea (IMC) e à diminuição da densidade mineral óssea (DMO), o que fragiliza os ossos e predispõe à osteoporose no futuro.

Cientistas da Universidade Ártica da Noruega recrutaram para a pesquisa 436 meninas e 484 meninos noruegueses com idades entre 15 e 18 anos, em 2010 e 2011. Eles mediram a DMO do quadril, do colo do fêmur e do resto do corpo dos voluntários por meio de uma técnica chamada absorciometria de dupla energia de raios-X, um exame que avalia a composição corporal.

Em questionários e entrevistas, avaliaram o estilo de vida dos participantes, como o tempo que passavam no fim de semana em frente à TV ou ao computador e a quantidade de atividade física que realizavam nesse período. Foi registrado também idade, maturação sexual, IMC e consumo de cigarro, álcool, óleo de fígado de bacalhau (rico em vitamina D, associada à saúde óssea) e bebidas gasosas.

Os adolescentes foram separados em quatro categorias: os que passavam de zero a duas horas em frente à TV ou ao computador, de duas a quatro, de quatro a seis e mais que seis horas.

Os pesquisadores constaram que os meninos passavam mais tempo diante das telas do que as meninas. E, quanto mais tempo eles dedicavam à TV e ao computador, menor o DMO e maior o IMC.

"Vimos uma relação linear inversa entre as quatro categorias e a densidade mineral óssea dos meninos", diz a líder do estudo, Anne Winther, da Universidade Ártica da Noruega.

Já o resultado das garotas intrigou os pesquisadores. Aquelas que ficavam de quatro a seis horas por dia em frente ao computador nos fins de semana tinham maiores índices de DMO comparadas àquelas que ficavam menos de uma hora e meia. "Esse dado definitivamente merece uma maior exploração em futuros estudos", afirma Anne.

"A densidade mineral óssea é uma forte prerrogativa para o aumento do risco de futuras fraturas. Nossa descoberta com os meninos mostra que o sedentarismo pode ter um impacto sobre o DMO e comprometer a massa óssea. Isso pode predispor à osteoporose na velhice", diz Anne.

Segundo a Fundação Internacional da Osteoporose (IOF, na sigla em inglês), aproximadamente um em cada cinco homens no mundo com mais de 50 anos sofrerá uma fratura decorrente da doença.

Fonte: Veja

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