Alongamentos que podem ser realizados no Trabalho


O alongamento do corpo é fundamental para qualquer trabalhador que passa grande parte do dia sentado ou em pé. Não é por acaso que essa atividade faz parte da Ginástica Laboral executada nas empresas/fábricas/escritórios.

A Ginástica Laboral se baseia em alongamentos de diversas partes do corpo, como tronco, cabeça, membros superiores e membros inferiores. Os tipos de alongamento são diferentes para cada função exercida pelo trabalhador Esse tipo de ginástica não é de intensidade alta e ocorre num curto período de tempo, assim não cansa e nem sobrecarrega o funcionário.

Olha aí alguns exemplos de alongamento que podem ser realizados no trabalho:

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Ginástica Laboral e o treinamento funcional



A conscientização para melhora da postura é um dos grandes objetivos de um programa de Ginástica Laboral em empresas. Muitas vezes, estar atento a como está a postura no posto de trabalho ajuda evitar dores no corpo.

Praticar atividades que tragam essa melhor consciência corporal vai potencializar os resultados da Ginástica Laboral. Uma dessas atividades é o Treinamento Funcional. O treinamento funcional é como são chamados os exercícios que treinam o corpo para as funções que ele foi originalmente destinado a realizar como andar, correr e outras tarefas do dia a dia.

O treinamento funcional busca otimizar as principais funções do corpo: agachar, puxar, empurrar, saltar, correr, estabilizar, lançar. Seu objetivo é ampliar a capacidade das valências físicas (força, resistência, flexibilidade, agilidade, potência) com um treino progressivo e bem orientado. A utilização dessa musculatura vai ajudar muito os objetivos da ginástica laboral.

Assim sendo, o treinamento funcional, além de fortalecer os músculos que ajudam a manter a coluna reta, ajuda no desenvolvimento da consciência corporal. Ele cria o hábito de contrair o abdômen e alinhar quadril, ombros e pescoço, uma vez que essa postura é solicitada durante a modalidade.

Porém, não adianta praticar uma hora de exercícios por dia alinhando o corpo e ficar outras oito horas com postura totalmente errada. Evitar que essa postura fique errada as oito horas por dias e dar instrumentos para que se tenha uma melhora dessa postura deve ser um dos objetivos da Ginástica Laboral.
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Ginástica Laboral como componente da Ergonomia no Trabalho

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A ergonomia no trabalho pode ser abordada de diversas maneiras com o intuito de incentivar os colaboradores a adotarem práticas posturais mais saudáveis.  O principal objetivo da ergonomia é dar condições de trabalho onde haja maior conforto e bem-estar do operador a partir da análise da atividade. As melhorias ergonômicas se referem a vários aspectos do trabalho, tais como: cadeiras, mesas, bancadas, e ainda, o planejamento e localização de dispositivos; a quantidade, qualidade e localização da iluminação; indicações sobre melhorias na organização da atividade, incluindo o planejamento de novos dispositivos de trabalho ou modificação nos existentes e alteração do ritmo e sequenciamento de várias tarefas desempenhadas pelo operador

Entre as abordagens disponíveis atualmente, podemos citar a ginástica laboral como a maneira mais prática e acessível de conscientizar os colaboradores sobre a importância de uma boa postura corporal no ambiente de trabalho.

programa de Ginástica Laboral (GL) tem como objetivo prevenir a LER/DORT, além de interferir positivamente no relacionamento interpessoal, aliviando as dores corporais proporcionando benefícios tanto para o trabalhador quanto para a empresa apresentando resultados mais rápidos e diretos na saúde dos trabalhadores (OLIVEIRA, 2006).

A Ginástica Laboral promove adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas, sua prática é exercida no ambiente de trabalho através de exercícios dirigidos e adequados para cada setor ou departamento da empresa. No momento em que a musculatura está sendo exercitada, há um aumento da temperatura corporal, tecidual e da circulação sanguínea provocados por adaptações fisiológicas. As adaptações físicas proporcionam melhoria na flexibilidade, mobilidade e postura do trabalhador. As psicológicas envolvem mudança de rotina favorecendo o relacionamento patrão/empregado e a integração entre pessoas que circulam pelo ambiente.

O programa de Ginástica Laboral através da comunicação ativa expressada pelo corpo e pela cooperação nas atividades exercidas em duplas ou em grupos proporciona um convívio social diário, estabelecendo um encontro marcado com a saúde uma vez que integra as pessoas, e o espírito de equipe passa a prevalecer de forma que possam se conhecer melhor. A Ginástica Laboral tem por objetivo a diminuição do número de acidentes de trabalho, a prevenção de doenças causadas por traumas cumulativos, a prevenção da fadiga muscular, a correção da postura corporal, o aumento da disposição do funcionário e uma maior integração entre os funcionários

Quando estes se exercitam em grupos trabalhando o espírito de equipe, proporciona além de uma melhor qualidade na produtividade, um crescimento pessoal do funcionário, essa mudança de rotina na empresa melhora consequentemente a saúde mental dos mesmos.

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5 livros sobre Ginástica Laboral que você deveria ter


O post de hoje será dedicado a dar dica de 5 livros para profissionais que trabalham com Ginástica Laboral aprender mais sobre a atividade que só tende a crescer cada veja.

Três desses livros, os três primeiros da lista, eu tenho e os outros dois foram indicação de amigos que curtem o blog.

Para ter maiores informações sobre os livros, é só clicar o link abaixo.
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Benefícios Fisiológicos, Psicológicos e Sociais da Ginástica Laboral


Faz-se claramente necessário que as capacidades físicas e mentais do indivíduo estejam equilibradas para que ele possa desenvolver-se com o máximo rendimento em todos os sentidos com atenção, agilidade e urgência, qualidade, trabalho em equipe, produção, satisfação de clientes e motivação. É esse equilíbrio das capacidades de seus funcionários, advindo da melhora na qualidade de vida, a que as empresas visam quando implantam os programas de ginástica laboral.(MARCHESINI, 2002)

Os programas promovem a saúde mental, física e social do indivíduo. Alguns de seus benefícios, segundo Pagliar (2002) estão listados a seguir:

a. Fisiológicos
- Provoca o aumento da circulação sangüínea em nível da estrutura muscular, melhorando a oxigenação dos músculos e tendões e diminuindo o acúmulo do ácido lático;
- Melhora a mobilidade e flexibilidade músculo articular;
- Diminui as inflamações e traumas;
- Melhora a postura;
- Diminui a tensão muscular desnecessária;
- Diminui o esforço na execução das tarefas diárias;
- Facilita a adaptação ao posto de trabalho;
- Melhora a condição do estado de saúde geral.

b. Psicológicos
- Favorece a mudança da rotina;
- Reforça a auto-estima;
- Mostra a preocupação da empresa com seus funcionários;
- Melhora a capacidade de concentração no trabalho.

c. Sociais
- Desperta o surgimento de novas lideranças;
- Favorece o contato pessoal;
- Promove a integração social;
- Favorece o sentido de grupo - se sentem parte de um todo;
- Melhora o relacionamento.
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Risco de derrame e a frequência de horas trabalhadas

Divulgação


A análise de dados de mais de meio milhão de pessoas mostrou que quem cumpre longas jornadas de trabalho tem mais chances de ter um derrame. O estudo foi publicado na revista de medicina Lancet.

Ainda não se sabe qual é a relação exata entre as duas coisas. Suspeita-se que índices maiores de derrame entre pessoas que cumprem longas jornadas possam ser explicados por mais estresse no trabalho e estilo de vida nocivo.

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Especialistas dizem que quem trabalha além do tradicional turno de "9h às 17h" deve monitorar a pressão sanguínea. O estudo mostrou que quem cumpre uma jornada de até 48 horas semanais tem 10% mais chances de ter um derrame do que aqueles que trabalham entre 35h e 40h por semana. Já uma jornada de 54 horas eleva os riscos em 27%, e a de mais de 55 horas, em 33%.

Mika Kivimaki, do University College London, disse que no grupo que trabalha entre 35 a 40 horas por semana houve menos de cinco derrames a cada mil pessoas por década.

A frequência aumentou para seis derrames por mil pessoas por década entre aqueles que trabalham 55 horas ou mais. Kivimaki disse que os pesquisadores ainda estavam no "estágios iniciais" para entender o que ocorre.

Entre as possíveis causas estão o estresse extra de longas jornadas e o fato de que ficar sentado por muito tempo é ruim para a saúde e pode aumentar os riscos de derrame.

Mas os índices também poderiam ser apenas um indicativo de problemas de saúde de pessoas que, presas ao escritório, não têm tempo para preparar refeições saudáveis ou fazer exercícios.

Será que a Ginástica Laboral ajudaria a reverter esse quadro?

(com informações dos site BBC)
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A Importância da Qualidade de Vida no Trabalho

A Importância da Qualidade de Vida no Trabalho - QVT

Artigo por Rone Vieira Oliveira - sexta-feira, 10 de outubro de 2014

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A evolução das formas de produção sempre esteve relacionada com a forma de o homem organizar seu trabalho. Com o passar dos anos, as pessoas cada vez mais buscavam novas maneiras para realizar suas tarefas. O trabalho artesanal foi sendo substituído por máquinas, e com o início do período da Revolução Industrial em meados do século XVIII surgiu uma forma mais organizada de trabalho em virtude do aperfeiçoamento de técnicas, do desenvolvimento de máquinas e de novas tecnologias, no entanto, a expansão tecnológica mundial, se deu apenas a partir do século XIX (SLACK, JHONSON e CHAMBERS, 2002).

Assim, com o aumento da competitividade provocada pelas transformações da economia mundial, inovações tecnológicas e globalização dos mercados, ocorreram grandes processos de mudanças nas organizações, visando melhorar as condições de competitividade, lucratividade e qualidade e serviços (CAVASSANI et al. 2006).

A evolução dos sistemas produtivos refletiu na necessidade de melhorias na qualidade de produtos e serviços, dessa forma, a busca incessante por melhorias levaram as organizações a criarem vários sistemas de gestão de qualidade (REIS, 2011). Um dos sistemas de destaque foi o Total Quality Management (TQM), ou Gestão da Qualidade Total. Feigebaum (1994) define TQM como um sistema eficiente que visa entregar esforços para o desenvolvimento, manutenção e aperfeiçoamento da qualidade de vários grupos na organização de forma a permitir marketing, engenharia, produção e assistência dentro dos níveis mais econômicos que possibilitem satisfação integral do consumidor.


A qualidade começou a ser estudada com maior afinco, após o final da segunda guerra mundial, por volta dos anos 50, período na qual se inicia em Londres, os estudos sobre o movimento qualidade de vida no trabalho, com a abordagem sócio-técnica estudando formas de melhorar a organização do trabalho buscando tornar a vida dos operários, mais agradável e satisfatória (KATEN e SADULAH, 2012; REIS, 2011).

Rechziegel e Vanalle (1999) abordam que a qualidade de vida no trabalho vinha sendo abordado nos estudos, porém em 1974 com a crise energética e alta inflação, principalmente nos Estados Unidos, as empresas começaram a direcionar seus esforços à sobrevivência no mercado, abandonando interesse pelo tema. Porém no início da década de 80, notou-se a insatisfação no trabalho e uma queda do compromisso por parte dos empregados com seus trabalhos, o que culminou na retomada dos estudos principalmente nos Estados Unidos, onde a preocupação com o aumento da competitividade a nível mundial levou os americanos a se preocuparem com os novos sistemas gerenciais desenvolvidos pelos japoneses, e com a relação entre os programas de produtividade centralizados nos operários.


A qualidade de vida no trabalho tem sido uma preocupação do homem desde o início de sua existência. Com outros títulos, em outros contextos, mas sempre esteve voltada para facilitar ou trazer satisfação e bem-estar ao trabalhador na execução de seu ofício (RODRIGUES, 1994).


Assim, a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) pode ser definida, de acordo com França (2004) como: "um conjunto de ações de uma empresa que envolvem diagnósticos e implantação de melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais, dentro e fora do ambiente de trabalho visando proporcionar condições plenas de desenvolvimento humano para e durante a realização do trabalho".

Logo, a implantação da QVT é essencial nos dias de hoje para a competitividade entre as empresas sendo um fator de diferenciação entre elas, pois proporciona um maior rendimento produtivo de seus colaboradores.
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